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Livros favoritos das meninas

Livros favoritos das meninas: eu tô organizando as centenas de livros que elas leram nessa primeira década de vida e tentando guardar quais são os preferidos, mais famosos e também os que eu li mais, não necessariamente os que elas mais gostaram. Então, uma coletânea meio bagunçada aqui, e um pouco fora de ordem.

Estante arrumada: a caixa de contos completos do Tolstói em cima e os livros infantis embaixo

Macaco Danado, da Julia Donaldson. Uns e Outros, de Dipacho. Outro livro é A Parte que Falta. O outro é Achados e Perdidos, de Oliver Jeffers. Amoras, do Emicida. Presos, de Oliver Jeffers de novo. As Férias do Pequeno Nicolau, do Goscinny. Vá Embora, Grande Monstro Verde!, do Ed Emberley. As Mulheres e os Homens, Equipo Plantel.

Depois vem Simbá, o Marujo, das mil e uma noites, recontado pelo Carlos Heitor Cony. Depois vem Píppi Meialonga, da Astrid Lindgren. Elas amavam ler isso aqui de forma capitulada.

Pedro Vira Porco-Espinho, Janaína Tokitaka, foram lidas muitas vezes. Bem Lá no Alto, Susanne Straßer. Nhac, Carolina Rabei. Ratinho Manhoso, da Tatiana Belinky, muitas vezes. A Árvore Generosa, Shel Silverstein. Jacaré, Não, Antônio Prata. Chapeuzinho Amarelo, do Chico Buarque. Pedro e o Lobo, do Sergei Prokofiev; já ouvi também muitas vezes a música e a contação, que acho que é da Rita Lee. Poesia da Minha Casa, Ivo Minkovicius; a Elisa sabe de cor essa última poesia.

Simbad, o Marujo, da Ana Maria Machado. Malala, de Adriana Carranca. O Livro Sem Figuras, B.J. Novak; as meninas também sabiam isso aqui meio que de cor, elas iam completando quando eu conto. Olivia, Ian Falconer. Bruxa, Bruxa, Venha à Minha Festa, esse livro é muito legal, escrito por Arden Druce; li muito quando elas eram pequenininhas. A Quatro Mãos, Marilda Castanha. Os Diferentes, Paula Bossio.

Tem um livro aqui que chama A Fazenda, tradução Mônica Alves, ilustração Angelina Sbandelli. É um desses pequenininhos de ler quando a criança é pequenininha e ela quer colocar a mão pra sentir. Não é necessariamente que ele era favorito, mas teve muito desse estilo.

Aí vem a série de clássicos recontados, que são muitos, da Tatiana Belinky, que é a maioria. Acho que é A Conquista da Cidade Sagrada, Memórias de um Burro, Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, O Califa Cegonha, Simbá, o Marujo de novo, O Anão Amarelo, amaram, que é, em teoria, o primeiro conto de fadas que usa esse termo. Os Cisnes Selvagens, que é do Andersen, mas recontado pela Belinky. O Isqueiro Encantado, também dele. E O Rouxinol. Eu acho que um ou outro eu ainda não li, mas enfim.

Depois tem uma série que chama Histórias à Brasileira, que são quatro livros, também recontados pela Ana Maria Machado. Ela tem A Donzela Guerreira e Outras, A Moura Torta e Outras, Pavão Misterioso e Outras, Pedro Malasartes e Outras. Pedro Malasartes, que certamente é um dos favoritos meus e das meninas, especialmente da Elisa.

Sr. Boaventura, do Tolkien, que a gente leu em pedaços e foi algo muito maluco. Pássaro Amarelo, Olga de Dios. Olhe para Mim, que é um livro de Ed Franck. Monstro Rosa, Olga de Dios; a gente leu bastante. Causos de Pedro Malasartes, que é o reconto de Júlio Emílio Braz.

Emocionário: Diga o Que Você Sente. Esse tipo de livro a gente leu vários, por exemplo O Monstro das Cores, que é da Anna Llenas, que também é sobre as crianças aprendendo a lidar e citar o que é cada sentimento. Isso acabou ficando mais importante pra mim do que eu imaginava.

Depois tem Os Reis do Parquinho, Joseph Kuefler. Nossa, as meninas se divertem com esse. A Ilha do Vovô, meio triste, do Benji Davies, mas muito legal. O Grúfalo, quando pequenas, li muito. Julia Donaldson também é. O Filho do Grúfalo. O Grande Urso Esfomeado. Na verdade, o nome do livro é O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado, Don e Audrey Wood, e eu fazia contando e dividindo morango com as crianças, pra elas comerem também: eu tirava do livro e dava na boca delas, elas amavam. O Livro dos Sentimentos, Todd Parr. Então tem vários desses sentimentos. Tem Os Convidados da Senhora Olga, Eva Montanari.

Tem dois grandes, grandes de tamanho: um que se chama O Bocejo, de Renato Moriconi e Ilan Brenman, e o outro se chama Telefone Sem Fio, de Ilan Brenman e Renato Moriconi também, que são interativos, acho que da Companhia das Letrinhas, que são muito interessantes de você ler e teatralizar.

Depois tem as coletâneas de contos: tem dos Irmãos Grimm, tem O Patinho Feio do Andersen, tem A Sereiazinha do Andersen, tem o Irmãos Grimm e os 77 Melhores Contos e tem Tolstói, Contos Completos, que não é bem pra criança, mas enfim. É difícil, às vezes você lê um ou outro que é um pouco mais pesado, ainda mais pro contexto de época do que se lia de crianças.

Tá faltando livro de quando elas eram bem pequenas, mas acho que representa bastante. Tem os do Dahl, tem alguns livros de cultura brasileira, tem O Dedo Mágico do Roald Dahl e alguns outros do Dahl. Tem aquele do Marcelo, Marmelo, Martelo, que eu não sei onde tá e que elas gostavam bastante também. E tem um que chama Lá e Aqui, alguns desses de casais divorciados. Lá e Aqui é de Carolina Moreyra e Odilon Moraes.

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