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Liderança, cultura e cafeterias

Liderança, cultura e cafeterias. Hoje eu trabalhei de três cafeterias diferentes e conversei com um profissional da área que tem sua própria cafeteria. Ele tava me explicando como cada uma delas funciona muito ao modo de como a liderança age com os clientes.

E ele me deu um exemplo significativo da rede Starbucks. Ele já trabalhou lá e contou que a percepção dele era que, dependendo da loja e da liderança da gerência, se o gerente era muito quieto, todos os atendentes também eram quietos com os clientes. Já em outra loja, se a liderança fosse mais extrovertida, mais palhaça, todo mundo também tinha um perfil mais extrovertido e comunicativo com os clientes.

E é interessante porque eu reparo isso frequentemente em empresas. Você vê, entre times, entre unidades e grupos, as pessoas copiam a forma que você, líder, se posiciona em diversas situações.

Isso chega ao ápice, onde você percebe que algumas pessoas se interessam por hobbies, livros, filmes e outras características do líder. É o caso de quando você vê que um esporte que algum diretor, algum C-Level pratica, muita gente começa também a praticar. Ele acaba sendo uma autoridade do ambiente e as pessoas replicam, buscam aquilo como alvo, como meta, obviamente, para o bem e para o mal da cultura da empresa.

Citados neste texto: Starbucks

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