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Espólios da Califórnia: Chocolate

Aproveitei a viagem com a StartSe para visitar uma loja icônica: a Chocolate Covered em São Francisco. Acredito que haja chocolates de mais de 150 fabricantes artesanais de bean to bar.

O butim: as barras e discos trazidos na mala

Esses discos redondos da Taza, que, em teoria, têm alguma origem mexicana, mas são fabricados nos Estados Unidos, são muito bons. Eles têm uma textura rústica que eles chamam de “stone ground”, que é do moedor de pedra. Essa Raaka e essa que tem até o nome de Stone Grindz também têm essa proposta, apesar de que, nesse último, não percebi uma textura diferente.

O colorido, incrível, é da Islândia, e as meninas amaram. Os outros ainda estou para provar.

Aqui algumas imagens da emblemática loja:

Estantes da Chocolate Covered: paredes de barras do chão ao teto

Levei chocolates brasileiros da Caza e da Odle para o Jack, o famoso dono da loja:

Selfie com o Jack, dono da Chocolate Covered, segurando as barras da Caza e da Odle

E a listagem completa desses fabricantes, com links:

  • Taza Chocolate (EUA, os discos stone ground)
  • Fjåk Sjokolade (Noruega, o de brunost, queijo marrom norueguês)
  • Stone Grindz (EUA, almond butter com sal de lava)
  • Raaka (EUA, cacau não torrado: Amaranth Vanilla, Coconut Milk e Pink Sea Salt)
  • Fossa (Singapura, yuzu com flor de sal)
  • Volo (Califórnia, dark milk 62%)
  • Omnom (Islândia, o colorido de Milk + Caramel)
  • Naïve (Lituânia, a caixa preta)
  • Metiche (México, 70% cacao — bean to bar de Guadalajara, só cacau mexicano)

Interessado em chocolates brasileiros muito bons? Aqui um post sobre os meus preferidos.

#chocolate #cotidiano #pessoal