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Ensinar IA agêntica e o problema do não-determinismo

Estou tentando ensinar um pouco de Claude Code, de OpenClaw para Cecília e eu sinto essa dificuldade, porque tudo tem múltiplas respostas. Qualquer exercício que eu posso passar para alguém aprender, essas tecnologias super abertas, agênticas, tem essa dificuldade de que como que eu vou verificar se a resposta está certa.

Diferente de você ensinar uma linguagem de programação, que tem como você dar um input e verificar se o output está correto, assim como acontece na Maratona de Programação, na Olimpíada Brasileira de Informática — no mecanismo agêntico não-determinístico com LLM, fica muito mais complexo. Então, qual que é o exercício que eu devo dar e esperar o que de saída?

Ah, organize seus documentos para que ele faça o OCR, indexe em arquivos Markdown — pode ser. Mas primeiro, tem muito tecnicês aí, que uma pessoa leiga em tecnologia não vai entender. Mas se você também não fala nada desses termos, as pessoas vão continuar sem saber fatos relevantes sobre tecnologia que vão ser importantes para a implementação de inteligência artificial.

Então fica a questão, que continua aberta: como ensinar entre aspas inteligência artificial fechar aspas de uma maneira mais fechada, sem ser só esse mecanismo de "brinca um pouco aí e vê o que acontece". Eu considero que os fundamentos de tecnologia debaixo dos panos, do que está acontecendo, serão fundamentais para qualquer pessoa que queira ter um mínimo de domínio e relevância na tecnologia.