Sobre a DeepSeek, smartphones e impressoras 3D

A gente fala muito do Gemini, GPT e Claude. Antes de chegar no buzz da DeepSeek, quero te contar duas experiências recentes que tive nessa virada de ano. Conectadas com esse tremor de eixos de inovação.

Experiência 1: um jogo de STOP no interior de Alagoas.

Pertinho do natal, com as minhas filhas, eu estava jogando STOP com 3 meninas de 6, 8 e 9 anos. Caiu a letra X e a categoria era Nome.

O que vem na sua cabeça?

Para a Bellinha, de 9 anos, a resposta veio de bate-pronto: Xiaomi.

Sim, era para ser nome próprio, mas foi o que veio. A Xiaomi, que nasceu há pouco mais de 10 anos, já está no nosso imaginário tecnológico — de guarda-chuvas aos smartphones que você conhece.

Experiência 2: a “Apple” das impressoras 3D

Faz tempo que eu queria dar um passo no mundo maker. Aproveitei o Natal e dei para as minhas filhas (ou pra mim mesmo?) uma impressora 3D.

O processo de escolha foi demorado e cuidadoso. Escolhi pela marca considerada a mais amigável ao usuário final. É uma Bambu Lab. Um investimento que me surpreendeu pela qualidade e facilidade.

A empresa tem cerca de 5 anos e também é chinesa. Claro, há uma discussão sobre o uso de tecnologias abertas e open source que eles utilizaram, mas surpreende essa usabilidade e força de marca que começa a vir de fora do Vale do Silício.

E sim, a Experiência 3 vai ser com a DeepSeek. Se ela é boa ou não, se é melhor que as IAs do Vale do Silício, se custa mais barato: é um fato relevante que temos tecnologia de ponta sendo não apenas trabalhada na China, mas chegando até nós como usuários finais.

Basta também repararmos que carros estão começando a aparecer mais nas ruas.

Tenho certeza que você também tem experiência com tecnologia vindo de outros locais: sejam SaaS, livros, produtos, gadgets ou roupas. E mais: tem vindo também do Brasil. Quem sabe vem mais.


Publicado originalmente no LinkedIn

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