Agentes, daemons e os solarianos de Asimov
Sinais brutos que foram usados neste post: áudios, textos e prompts capturados antes da escrita. Aqui tem todos os signals do paulo.com.br.
novo post meu agente conversará com o seu agente todo o mecanismo do open cloud do pi do nano claw e essa integração do cloud code do codex com telegram whatsapp depois de um tempo que você tá usando ...
novo post meu agente conversará com o seu agente todo o mecanismo do open cloud do pi do nano claw e essa integração do cloud code do codex com telegram whatsapp depois de um tempo que você tá usando e quando você encontra outras pessoas que usam você percebe que a iteração entre eles vai ser e que vocês vão trocar documentos informações contatos através dos agentes mais do que isso eles vão trocar entre si sabendo as permissões que eles têm porque vai ser útil uma simples compra de uma viagem você do documento de alguém da sua família o cpf ou mesmo uma foto documento e para que mandar mensagem para pessoa pedir por e-mail ou mesmo ter um google drive compartilhado sendo que no momento exato que você precisar daquilo o seu robô enviará uma mensagem para o robô do seu irmão pedindo aquela informação passando pelos mecanismos de segurança ele vai receber imediatamente então e isso vai começar a acontecer de uma maneira muito forte a integração de todos os dados seus dados médicos do bancário seus dados do governo seu robô tendo acesso a isso outras pessoas conectadas ao seu robô podem e utilizar essas informações para sem ter que te ocupar sem que você tenha que parar para procurar aquela informação e talvez você nem sabe onde esteja qual é a senha ou você possa ter perdido é óbvio que isso na minha cabeça aqueles afastamentos pode ser que a gente pare de conversar com as outras pessoas e deixe os robôs conversando entre si fazendo a interface tem até um livro aí do asimov dizem que é uma coletânea de contos acredito que você precisa ser sequencial que tem o tal de solarians que as pessoas já não se suportavam mais é óbvio quanto menos comunicação entre as pessoas mais difícil fica e já é algo notável não é entre as gerações mais jovens a dificuldade de troca sempre pedindo auxílio a máquina ou gpt como que eu falo isso como que eu converso aquilo a gente falando menos obviamente cria uma barreira de entendimento fica mais difícil a comunicação e a linguagem e pelo simples fato de você não exercer direito e ainda tem a geração covid amarrada tudo isso
E o meu agent se comunica com o seu agent, não é uma ideia apenas do filme Her, tem esse projeto Pensirse, o Personal Artificial Intelligence, que tem debatido bastante sobre isso. O Daniel Miesler é ...
E o meu agent se comunica com o seu agent, não é uma ideia apenas do filme Her, tem esse projeto Pensirse, o Personal Artificial Intelligence, que tem debatido bastante sobre isso. O Daniel Miesler é um desses que tem vislumbrado esse mundo cyberpunk, de fim do trabalho, de realidade aumentada, que ele faz uma analogia boa com a verdadeira internet das coisas, que inclusive ele escreveu há bastante tempo, colocando que as pessoas vão interagir com os digital assistants de outras pessoas, não é? É como se no filme Her a gente conversa com o Her, e o Her conversa com outros assistentes através de APIs, que são bots, que possuem interfaces que podem ser descobertas, não é? Assim como o bot do Telegram, que tem diversos comandos usando barra, menu, barra sobre, barra mídia, barra pagar, etc. Ou mesmo, se você fizer a analogia aos scripts que a gente tem usado tanto e cada vez mais, o que parece até uma volta no tempo, que é o Command Line Interface, então você faz o menos menos menu, menos menos help, para tentar entender o que esse bot, o que essa API pode fazer. Pois antigamente, apenas empresas e grandes empresas possuíam APIs. Esse mundo foi crescendo, o mundo orientado a serviço, o SOA, Web Services, Micro Web Services, e hoje em dia o que vai acabar acontecendo é que eu tenho o meu bot que tem a minha API. Essa API é mais simples do que era antigamente o SOAP e o XML, ou mesmo o JSON, porque tem uma linguagem mais ou menos humana. É óbvio que se houver tokens bem definidos para facilitar essa linha de comando a ser chamada, a comunicação e a interface entre máquinas, entre APIs, vai ser mais fácil. Esse Miesler inclusive vislumbra um mundo onde a gente vai usar o famoso óculos de realidade aumentada, e você bate o olho e você vê objetos, pessoas, coisas, assistentes que possuem APIs, que possuem uma interface de bot. E não só você pode acessar, como provavelmente o seu bot pode acessar automaticamente. E com isso você consegue fazer muito mais coisas ao mesmo tempo, dar vazão, não é? Fazer mil coisas ao mesmo tempo. Enfim, tudo muito parecido com essa distopia, utopia, cyberpunk, homem de ferro, vai, para trazer o termo comum.
agentes vao falar com agentes. e, por mais que estejamos vendo o nascimento de ClawBot, de PAI, de Digital Assistant, tenho a impressao que o assistente de cada pessoa sera completamente diferente e c...
agentes vao falar com agentes. e, por mais que estejamos vendo o nascimento de ClawBot, de PAI, de Digital Assistant, tenho a impressao que o assistente de cada pessoa sera completamente diferente e cocriado pela pessoa. no nivel de codigo, não só de meia duzia de markdowns que definem a "alma" do bot. o funcionamento da engine principal sera substancioalmente diferente um do outro. e mesmo as interfaces de cada um não serão comuns entre si, mas havera uma forma de discovery. Como ja acontece do claude code entender o CLI via --help. Ou -h. Ou via man pages. Ou googlando por ai. Ou as vezes precisa ler a bateria de testes de unidade. Cada programa funciona completamente diferente um do outro e não é só um system prompt que faz isso. É uma teia de LLMs interpretando e de codigo estatico executando, sendo que ambos sao efemeros e um mexendo no outro através do feedback loop do humano principal e dos outros bots/DAs.
Novo post Memória, Agentes Secretos e Charlie Kaufman A gente tem tentado resolver os problemas de assistentes pessoais Usando esses mecanismos como o OpenClaw e esses bots que fazem tudo e tem tudo i...
Novo post Memória, Agentes Secretos e Charlie Kaufman A gente tem tentado resolver os problemas de assistentes pessoais Usando esses mecanismos como o OpenClaw e esses bots que fazem tudo e tem tudo interconectado E a gente acabou batendo no mesmo problema, memória O post recente do Carpati tenta pegar muito isso Essas misturas de contexto, essa quantidade de volume, esse monte de barulho Fica muito difícil da gente separar o signal versus o noise Não é atoa que eu estou tentando coletar pessoalmente os sinais que eu consigo digerir E não pedir pra gente ir buscando aleatoriamente uma quantidade impossível De um humano poder minimamente processar e classificar Eu gosto muito mais do termo Second Brain do que os outros que tem aparecido por aí Que é o ser humano vezes 10 mil Nenhuma carga emocional de dados, de vibração, de conexões sociais Será possível 10 mil vezes para um único humano Pode ver já o cansaço que a gente vive e os grandes problemas de saúde mental Esse problema da memória está aparecendo em diversos projetos open source Até o próprio Cloud Code no vazamento Esse momento gerou muita curiosidade para entender como que é guardado, trocado contexto Guardado conversas e até o auto-dream E tem projetos como o Man Zero e tantos outros que tem esse foco E para o final do post, esse monte de agente pode deixar esse mecanismo confuso É tanta informação que a gente acaba se esquecendo do que estava acontecendo Isso aparece no filme do Kleber Mendonça Onde a gente pode até ficar curioso com tanta informação Sem saber o que vai acontecer depois Mas a gente está sempre confuso Confuso e curioso A Cecília, minha noiva, colocou bem esse termo depois de ter assistido o filme E não curiosamente, eu também assisti um filme não novo do Charlie Kaufman Aquele diretor do Bean John Malkovich Um filme que se chama Eu Quero Que Essas Coisas Acabem Onde também fica essa questão de memória e identidade O que é recente, o que é passado, o que é sonho, o que é desejo E esse volume de informações que vão na nossa cabeça Então a gente decidir muito bem o que é guardado na memória Com que frequência, com que força É fundamental para a gente poder processar os dados, os sinais E ir na tomada de decisão pessoal Ficar fazendo dump de tudo o que é canal de Slack, e-mail, informações da internet, paper Pode até ser interessante para um software Mas não para o seu agente pessoal Que precisa de uma coradaria, talvez até pessoal E não lendemaranhados de feeds e de wikis por aí
Esse monte de agentes, agindo o tempo todo e ingerindo dados de todo lugar, deixa nosso uso de AI confuso. É tanta informação que a gente acaba se esquecendo do que estava acontecendo. Isso me lembro...
Esse monte de agentes, agindo o tempo todo e ingerindo dados de todo lugar, deixa nosso uso de AI confuso. É tanta informação que a gente acaba se esquecendo do que estava acontecendo. Isso me lembrou o filme do Kleber Mendonça, onde ficamos curiosos com tanta informação sem saber o que vai acontecer depois, mas estamos sempre confusos, sem tanta memória e contexto. Confuso e curioso. A Cecília, minha noiva, colocou bem esse termo depois de assistir o filme. Parece que há agentes secretos rodando na minha máquina :). Recentemente assisti um filme do Charlie Kaufman aquele diretor do Being John Malkovich. Um filme que se chama I'm Thinking of Ending Things. Onde também fica essa questão de memória e identidade. O que é recente, o que é passado, o que é sonho, o que é desejo. E esse volume de informações que vão na nossa cabeça.
O Pedro, da Brex, contou que roda a empresa literalmente via OpenClaw (https://x.com/ashleevance/status/2039770854955880861) O sistema dele começa com um signal ingestion pipeline que filtra email, Sl...
O Pedro, da Brex, contou que roda a empresa literalmente via OpenClaw (https://x.com/ashleevance/status/2039770854955880861) O sistema dele começa com um signal ingestion pipeline que filtra email, Slack, Google Docs, WhatsApp. Milhares de canais no Slack, centenas de emails por dia. O que importa? No que prestar atenção? Muito ruido. Ao mesmo tempo, acho esquisita essa tentativa do Jack Dorsey de deixar tudo flat e ter 6.000 pessoas "respondendo" para ele. Parece conto do Eu Robo, aqueles do fim do livro.
Sergio Lopes escreveu num grupo "Leitura vai ser com IA tbm. A gente ainda não internalizou isso bem. Usamos IA 90% das vezes pra gerar. Mas acho que vamos caminhar pra ser meio a meio. Ler com IA. IA...
Sergio Lopes escreveu num grupo "Leitura vai ser com IA tbm. A gente ainda não internalizou isso bem. Usamos IA 90% das vezes pra gerar. Mas acho que vamos caminhar pra ser meio a meio. Ler com IA. IA é a interface bidirecional de relação com o mundo; gera o que eu preciso falar pros outros, e digere o que os outros me falam. Meio triste, meio matrix até. Todo mundo isolado falando e ouvindo da IA, não de humanos". Concordo, são os solarianos do Asimov. Meio que o PAI do Danie
E eu continuo pensando muito em filmes quando eu programo com o Claude Code. Um é o memento do Christopher Nolan, porque toda vez que o agente acorda, abre uma nova sessão, ele tá perdido, né? Parece ...
E eu continuo pensando muito em filmes quando eu programo com o Claude Code. Um é o memento do Christopher Nolan, porque toda vez que o agente acorda, abre uma nova sessão, ele tá perdido, né? Parece uma pessoa que desenvolve software muito bem-intencionada, mais ou menos inteligente, muito rápida, e que desconhece tudo o que tá fazendo. Então ela acorda, se olha no espelho e fala, caramba, onde que eu tô? Me colocaram aqui nesse trabalho. Então a primeira coisa que ela precisa fazer é se entender, se reconhecer, e lembrar do que foi feito ontem e nos outros dias. Só que o contexto é pequeno, né? No contexto cabe um milhão de palavrinhas, então você tatuou aquilo em algum lugar, e baseado naquilo, precisa tomar a conclusão do que fazer de próximo passo quando algo for pedido. E adivinha, não dá pra colocar sua vida inteira dentro de uma tatuagem de um milhão de palavras. Não é à toa que hoje a gente tá indo pra esse lado de knowledge base, pra que você anote meio que índices e saiba onde procurar, onde investigar. E até no filme do Christopher Nolan tem isso. Algumas tatuagens, alguns lembretes e cadernetas que ele usa, na verdade são pistas que indicam onde ele deve pesquisar algo, com quem deve conversar.
Hoje vi um dev senior falando sobre o estado de negação que alguns Devs estao em relação a codificação agentica: como os taxistas estavam quando chegou o Uber. A analogia é boa, mas a gente sabe tambe...
Hoje vi um dev senior falando sobre o estado de negação que alguns Devs estao em relação a codificação agentica: como os taxistas estavam quando chegou o Uber. A analogia é boa, mas a gente sabe tambem que isso trouxe muitos problemas para o mercado e centralização de poder além de mecanismos de monopolio.