[[kb/concepts/generalista-vs-especialista|Generalista vs Especialista]] em Storytelling
O storytelling é tão forte que tá muito relacionado à liderança. O Scott Galloway põe muito isso, mas são outros pensadores que também falam que a gente tem perdido essa nossa capacidade de contar e recontar histórias. Mesmo numa época que estamos de conteúdo abundante — seja nas séries, televisão, histórias curtas, até das novelas verticais — você poder engajar as pessoas e colocar na mesma direção acaba se tornando fundamental.
Eu vejo que a minha necessidade de fazer os PowerPoints de uma forma mais fluida e que eu pudesse ter um foco na narrativa em vez de olhar as extrações de layout puro vem da mesma época que eu comecei a falar sobre o profissional em T, do momento que eu comecei a gravar podcasts e ouvir histórias.
Não é à toa que os influencers e os creators que mais conseguiram não só construir seus espaços e sua comunidade mas até mesmo de monetizar e criar produtos com suas próprias propriedades intelectuais, por assim dizer, foram os que colocaram isso dentro de jogos, histórias, livros, RPGs — como o próprio exemplo do Jovem Nerd. O que me chamou a atenção ali no podcast é que eles colocavam a própria vida deles com os temas atuais e pop e do mundo nerd de uma forma que abraçava quem estava ouvindo. Aquele famoso "eu me senti amigo". Hoje a gente acha as pessoas não se sentem amigo assim do creator porque o papo é mais um broadcast em vez de uma mescla da história. Quando é um pouco, ou mesmo os mais modernos fazem isso de uma forma muito forçada ou caricata.
Não sei dizer qual seria a fórmula porque, para ser sincero, essa é mais uma das minhas habilidades que eu não gastei o tempo que eu deveria suficiente para dominar. Eu acabo ficando um pouco no ponto de generalista de storytelling, apesar de que eu já tentei escrever alguns contos infantis — das preferências das minhas filhas pelas histórias que eu invento sobre o Pedro Malas Artes.